"Mas agradeçamos a Deus, que nos dá a vitória por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. I Co 15.57"

Testemunhando da Verdade!

Estimados irmãos e irmãs em Cristo Jesus. Estamos lembrando neste final de semana duas datas muito importantes: sábado, 24/06 113 anos de nossa Igreja Evangélica Luterana do Brasil e domingo, 25/06 os 487 anos da Confissão de Augsburgo, a confissão de fé que os reformadores apresentaram diante do imperador a fim de respaldar a fé cristã luterana. O que estas datas tem em comum?
Comecemos pela Confissão de Augsburgo. No dia 21 de janeiro de 1530 o imperador Carlos V convocou uma dieta imperial a ser reunida no mês de abril em Augsburgo, Alemanha. Ele desejava ter uma frente unida nas suas operações militares contra os turcos, e isso parecia exigir um fim na desunião religiosa que existia, por causa da Reforma. Assim, convidou os príncipes e representantes das cidades livres do Império para discutir as diferenças religiosas na esperança de superá-las e restaurar a unidade. Então, os teólogos de Wittenberg, ou seja, os reformadores, apresentaram uma declaração luterana conjunta diante do Imperador. Assinada por sete príncipes e pelos representantes de duas cidades livres, a confissão imediatamente adquiriu importância peculiar como uma declaração pública de fé que permanece tendo sua importância até os dias atuais. Mas o que este tema tem a ver com os 113 anos de nossa Ielb?
Além de ser um dos documentos que confessam o que é a nossa fé, podemos também olhar para a origem de nossa Igreja. De certa maneira ela deu seus primeiros passos a partir de uma confissão de fé. O pastor Christian Broders ao ser “sabatinado” pelo senhor August Gowert, leigo consagrado, confessou não somente o conteúdo da doutrina luterana, mas deu um testemunho público da fé genuína e pura do evangelho. A partir dali, em confiança e fé, nossa igreja deu seus primeiros passos ao serem fundadas as primeiras congregações.
O texto do evangelho deste final de semana, nos mostra palavras de Jesus que também apontam para a importância de se testemunhar publicamente a fé cristã: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus;” (Mt 10.32) Jesus não somente desafia os cristãos a testemunharem sua fé, mas também enfatiza a íntima relação existente entre a fé vivida aqui, e a salvação a ser recebida nos céus.
Os primeiros reformadores certamente tinham em mente as palavras de Jesus, assim como o pastor Christian e os luteranos que aqui residiam e passaram a constituir nossa Ielb. Que Deus nos conduza para sempre darmos testemunho da verdade em todos os aspectos de nosso viver. Amém.
Com carinho, Pastor Valdir.


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