"Mas agradeçamos a Deus, que nos dá a vitória por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. I Co 15.57"

QUESTÃO DE FOCO - OLHANDO PARA A FAIXA DE DESTRUIÇÃO

“Foi questão de segundos, pastor”. Esta frase ouvi de todos os moradores que visitei após o temporal que assolou parte de nossa cidade.
Alguns segundos de ventos fortes. Resultado: pessoas assustadas e em estado de choque; centenas de casas e edificações danificadas; mais de cem residências perderam sua condição de moradia; inumeráveis árvores protegidas por lei derrubadas no chão ou despedaçadas.
Coloca-se diante de nós um cenário de guerra! E o quase inacreditável: ninguém morreu. Se fosse um ataque dos aviões de combate, que nós humanos sabemos construir, certamente poderíamos acrescentar em nossas estatísticas o número de mutilados e mortos.
Porém, foi Deus que em sua sabedoria além da nossa compreensão permitiu este vendaval. No entanto, na mesma sabedoria e poder determinou que nenhuma vida fosse tocada. Podes crer no quase inacreditável. Deus não permitiu que uma vida sequer fosse colhida por este vento, o qual praticamente ceifou tudo o que veio a sua frente.
Nos minutos, nas horas e nos dias subseqüentes, olhando para a faixa de destruição, onde colocamos o foco? O que isto tudo pode significar para nós?
Esta pergunta me lembra o que alguém me disse: - “Pastor, diante desta situação vi o quanto as pessoas são solidárias. Eu pensava que ninguém mais se importava com o próximo.”
Solidariedade. Mais do que um sentimento. É questão de atitude. E lá estavam muitos com distintivos e fardas cumprindo com zelo a sua função. Inúmeras pessoas com ou sem coletes de identificação de grupo ou entidade tentando levar ajuda aos atingidos.
Cada um agindo por uma motivação. Por instinto de sobrevivência, laços de amizade ou familiares; por oportunidade de fazer alguma obra merecedora de benevolência divina; ou por amar como Deus nos amou primeiro em Cristo Jesus.
De fato, o nosso credo nos impulsiona à solidariedade. O credo cristão nos leva à compaixão com o próximo em suas necessidades. É exatamente assim que Deus nos trata em Cristo, por graça, misericórdia, sem mérito de nossa parte.
Olhando para a faixa de destruição, ouvindo as pessoas e convivendo nas ruas obstruídas pelos destroços, pude perceber a ação de pessoas que confessam o credo cristão, de outras que confessam credos humanos, e também de indivíduos que confessam credos desumanos. Sim, é quase inacreditável, mas teve gente se aproveitando da situação, apropriando-se indevidamente de material e alimentos, e saqueando as residências.
Olhando para a faixa de destruição, onde colocamos o foco? É hora de relembrarmos que a onipotência do ser humano e a sua independência de Deus são bases nada sólidas. Vidas construídas sobre esta idéia, tão atual, só podem ruir.
Somos dependentes da compaixão de Deus revelada em Cristo Jesus e sua obra redentora na cruz e tumba vazia. Jesus é o fundamento seguro. Ele diz: “Todo aquele, pois, que ouve as minhas palavras e as pratica (crê de coração e vive a nova vida em Cristo) será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.” Mt 7.24ss
Jesus está falando da razão do nosso viver. Da razão de nossa esperança. Se ela se limitar às coisas desta vida, somos os mais infelizes dos homens, pois qualquer vento forte pode arrancar ela de nós. [1 Co 15.19]
Por isso, “como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.” Cl 2.6,7.
Digamos como o poeta sacro: “A minha fé, Senhor, ponho em teu grande amor e em teu poder. Ouve ao que vem clamar, e humilde suplicar: Teu sempre, e sem cessar, desejo ser.” [Hino 412.1 Hinário Luterano]
Uma questão de foco. Não há lei que nos possa dar esta esperança. Apenas a compaixão de Deus, em Cristo. Amém.
Pastor Jonas

Temporal em Canela

Algumas expressões desta semana:
Ainda não é o fim do mundo.
Me senti totalmente impotente.
Apesar de tudo estamos vivos.
O que faz a diferença?
Paulo aos colossenses:
“Ora, como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados e edificados, e confirmados na fé...”(Cl 2.6,7)
Precisamos mais que as raízes profundas de uma árvore, que a estrutura engenhosamente calculada de uma casa, que a confiança em nosso potencial.
Precisamos das raízes em Cristo, daquele que é o fundamento de seu povo, de uma fé confirmada. Se isto não tivermos qualquer vento nos joga de um lado para o outro. Especialmente o vento de doutrina, como diz Paulo aos efésios(4.14).
Confessemos, arrependidos, a Deus, a nossa falta de fidelidade, e a nossa aposta em outros valores. Mais ainda, porque esta tragédia não nos separou de seu amor. Deus nos preservou em seu amor.Entretanto, a tragédia da falta de fé, esta sim, é irreversível.
Esta é a hora de reconstruirmos a nossa vida. Deus nos quer perdoar e pelo Evangelho nos deixar “radicados e edificados em Cristo, e confirmados na fé”.
Ainda não é o fim. Nossa impotência acaba “naquele que me fortalece”(Fp 4.13). E nós estamos vivos, mais que vivos, vivos eternamente. Amém
VOCÊ PODE PARTICIPAR DA AJUDA ÀS VÍTIMAS: COLCHÕES, TRAVESSEIROS, MEIAS, SAPATOS, MÓVEIS. TAMBÉM DINHEIRO. AMENIZE A DOR DE QUEM FOI ATINGIDO.

FESTA COLONIAL

Assim como lembramos cada um individualmente no dia do seu aniversário, é interessante lembrarmos e homenagearmos pessoas pela função social que exercem e pelo dia que lhes é dedicado. Por isso os nossos parabéns pelo Dia do Colono.
Até no final do mês estamos lembrando o colono, em nossa festa colonial. Qualquer atividade profissional que exercemos nos faz pensar em necessidades indispensáveis. Talvez nenhuma nos deixa tão dependentes da intervenção direta de Deus como a agricultura. Por isso, é que queremos refletir sobre a benção de Deus.
É o próprio Senhor que nos lembra em sua palavra: “ .... inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem” Salmo 127
A intervenção direta de Deus é reconhecida nas palavras do Salmo 65 “Tu visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões, regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a amoleces com chuviscos e lhe abençoas a produção. Coroas o ano da tua bondade; as tuas pegadas destilam fartura, destilam sobre as pastagens do deserto, e de júbilo se revestem os outeiros. Os campos cobrem-se de rebanhos, e os vales vestem-se de espigas; exultam de alegria e cantam.(9-13)
A benção de Deus, no entanto, não só está no resultado da produção. Ela é bem mais ampla e abrangente. O reconhecimento disso está na confissão de Habacuque, outro servo de Deus, em suas palavras proféticas: Habacuque 3. 17-19 “Ainda que a figueira não floresce, nem há fruto na vide; o produto da oliveira mente, e os campos não produzem mantimento; as ovelhas foram arrebatadas do aprisco e nos currais não há gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação.O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente.
A vida, em primeiro lugar, não tem sentido sem a benção de Deus. É “inútil” diz o Salmista.
A produção agrícola depende da benção de Deus, das condições climáticas que permitem a semeadura, o desenvolvimento e a colheita da produção.
Em terceiro lugar, apesar de a produção nem sempre atender à nossa expectativa, não podemos deixar de reconhecer a amplitude maior da benção de Deus, e a nossa alegria continua no Deus de amor, que em Cristo nos salva, e se constitui a nossa fortaleza.
A salvação em Cristo Jesus, seu perdão diário, a paz que dele vem, e a esperança de participarmos da festa eterna no céu nos fazem parar e confessar, à viva voz, a benção de Deus em nossa vida.
Os frutos da colheita e o dinheiro no bolso nos fazem parar para confessar, à viva voz, a benção de Deus em nossa vida
Este deve ser o motivo maior da celebração da festa colonial: reconhecimento, gratidão e alegria.
E assim, como foi até hoje, continue Deus presente na vida e na produção de todos vocês, que semeiam, colhem e providenciam o nosso alimente de cada dia. Que mais do que colheitas e dinheiro no bolso, Deus os abençoe com a sua graça, seu amor, sua comunhão e verdadeira paz. Amém.
Pastor Erni Krebs

Planejamento IELB 2011 - 2014 - CEL CRISTO REDENTOR

Conforme convite estendido a todos da congregação, no dia 18 de julho tivemos mais uma etapa do nosso planejamento IELB 2011-2014. Iniciamos os trabalhos após o culto. Fizemos um intervalo para saborear o almoço. Em seguida, damos continuidade até às 15:30h.
Havia sido marcado mais um encontro para dia 22, às 19h. Mas devido ao temporal, foi adiada. Em breve anunciaremos nova data para o encontro.
Sua participação será muito inportante.


Jantar de Casais - "Amigos"

João 15:12-1712 O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. 13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. 14 Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. 15 Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer. 16 Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. 17 Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.

Este foi o texto bíblico base para a reflexão em mais um Encontro de Casais, que ocorreu no dia 09 de julho.



Chá Anual das Servas

No dia 07 de julho aconteceu mais um Chá de Aniversário do departamento de Servas Cristo Redentor. São 59 anos de existência. O Pastor Erni proferiu a devoção sob o tema "A vida do Departamento de Servas é uma vida com Deus". Após foi servido um saboroso chá, com tortas e vários tipos de salgados. Foram dias de trabalho dedicados para que o dia fosse muito especial.