"Mas agradeçamos a Deus, que nos dá a vitória por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. I Co 15.57"

Agarre o que puder?!


Agarre o que puder?!
Por sua compaixão, nada me faltará!

Você já viu aquelas promoções do tipo: “agarre o que puder”? Uma empresa, em parceria com alguma emissora de televisão, faz uma promoção. O sorteado tem um tempo determinado para agarrar produtos [jogar no carrinho, ou colar etiquetas] que quer levar para casa. Quanta correria! ‘Precisamos’ tanta coisa para viver! Eu e você, possivelmente, correríamos muito também (?!).
Quanto precisamos conseguir ‘agarrar’ na vida para testemunharmos que somos uma pessoa feliz, que não nos falta nada?
Normalmente, corremos tanto na vida, para que não nos falte nada, e, muitas vezes, nem estamos tão necessitados assim. Corremos tanto que não temos mais tempo para a família, o cônjuge, a igreja, a oração, o próximo necessitado, para Deus. O tempo se esvai! Tudo por participarmos do ‘agarra o que puder’ alimentado pela propaganda, pela lei do consumo e pelo ‘querer ter sempre mais e melhor’ [cobiça].  
Quanto precisamos conseguir ‘agarrar’ na vida para testemunharmos que nada mais nos falta?
Regularmente visito um senhor da minha congregação. Quando chego à sua casa, pergunto: - Como está a sua vida? E a resposta é certeira, cheia de esperança e fé cristã: - Está tudo bem. Tenho tudo o que preciso. Não me falta nada.
Como ele pode ter esta resposta? Pois esta é a resposta de alguém que está limitado nas suas forças físicas, pouco pode sair de casa, depende de cuidados, praticamente cego, sofre o luto da perda da esposa.
Como ele pode ter esta resposta? Pela segurança de estar nos braços do Bom pastor Jesus – que nos provê física e espiritualmente!
Ele aprendeu como o rei Davi, que testemunha: “O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará. Ainda que ande pelo vale escuro como a morte. Bondade e misericórdia certamente me seguirão, todos os dias da minha vida. E habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.” (Salmo23)
Ele aprendeu como o apóstolo Paulo, o qual consolado na bondade e misericórdia do bom Pastor Jesus, afirma em seu viver: ‘Sei o que é ter fome e ter mais que preciso, sei o que é ter saúde, estar doente, sei o que é estar com amigos, ou sozinho numa prisão, sei o que é o luto, a dor, o pranto. Porém, aprendi [pela esperança cristã] a estar contente em toda e qualquer situação.” (Filipenses 4)
Num certo dia, muitas pessoas correram até Jesus, quando estava num barco, na beira do lago da Galiléia. “Ao desembarcar, viu Jesus uma grande multidão e compadeceu-se deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor.” (Marcos 6.30-44) Ou seja, tudo lhes faltava! Tudo o que realmente importa – paz, perdão, esperança, vida com Deus! (Ef 2.12)
Jesus compadeceu-se. Não apenas teve pena, mas agiu compassivamente em favor daquelas pessoas. Apresentou-se como o Bom Pastor, que busca e reúne as ovelhas no aprisco de Deus.


E Jesus, por sua compaixão, nada deixa faltar para aquele povo! Jesus passou a ensinar muitas coisas - ofereceu alimento para a alma/espírito. (Mc 6.34). E, antes de despedir aquele povo, ao entardecer, ofereceu alimento para o corpo, fazendo uso de cinco pães e dois peixes (Mc 6.41, 42).
Este milagre, que somente Jesus (Deus) pode fazer, nos faz lembrar que somente Jesus, em sua fiel palavra e obra da salvação, é o pão e a água da vida (João 6). E mais, somente Jesus comeu peixe com seus discípulos após sua morte (João 21), pois ele vive, ressuscitou, venceu tudo aquilo que possa nos desesperar nesta vida do ‘agarre o que puder’.
Com Jesus ao nosso lado, como Bom Pastor, por sua compaixão, nada nos faltará! Jesus nos supre, provê – física e espiritualmente. Assim nós queremos suprir com a Palavra de Jesus e com pão, como instrumentos da missão de Deus, o necessitado ao nosso lado.
Em Cristo, testemunhamos: - Está tudo bem. Tenho tudo o que preciso. Não me falta nada.
Sim, hoje, em esperança.  Um dia, em perfeição. Então não faltará mais saúde, vida, alegria. Estaremos livres do ‘agarra o que puder’, pois estaremos agarrados nos braços do Pai Celeste. Já estamos, pela fé, mas, então, será em plenitude.
Vivamos sob a compaixão do Bom Pastor Jesus. Pois, então, bondade e misericórdia nos seguirão todos os dias, e, finalmente, habitaremos com o Senhor para sempre.
jnG

Os jovens / A amizade

     No último sábado, dia 21 de julho, aconteceram duas atividades que buscavam, entre outras coisas, fortalecer a amizade dos jovens entre si, e com o grande e perfeito amigo Jesus.
     Das 9h até às 14h, aconteceu o encontro da juventude mirim [basicamente os alunos da instrução de confirmandos]. Das 19h até às 9h30 de domingo, ocorreu mais um 'Acampadentro' do grupo de jovens maiores. Quem participou teve uma bela oportunidade para investir nas suas amizades. 

 O valor da amizade
Davi e Jônatas, uma amizade exemplar!
Leia 1 Samuel 18
“Eis aqui uma pessoa cujo coração palpita como o meu!”
Quando percebemos isso de uma pessoa, temos motivo para iniciar uma verdadeira e profunda amizade.  É verdade que os amigos íntimos não pensam sempre da mesma maneira. Muitas vezes as opiniões contrastam.
Porém, amigos concordam na maneira como encaram a vida! Acredito que uma amizade cristã ultrapassa qualquer amizade não cristã, pois estará fundamentada, enraizada no amor de Jesus, o amigo perfeito e compassivo.
Amigo, que Deus lhe dê um, dois três amigos assim. É um dos maiores presentes que você pode ter e dar – a verdadeira amizade.
Com um amigo verdadeiro você não precisa de máscaras, ele aceita como você é, entende você, ora por você, dá conselhos, ajuda, coragem. Sabe guardar segredos!
Que o casal seja verdadeiro amigo um do outro.
Que os pais e filhos sejam verdadeiros amigos um do outro.
Que os irmãos na fé sejam verdadeiros amigos uns dos outros.
Que os jovens sejam verdadeiros amigos uns dos outros
Acima de tudo possamos sempre cantar:


Em Jesus amigo temos...
Busca o teu melhor amigo,
fala a Cristo em oração;
nele encontras terno abrigo
e repouso na aflição.
Cristo é verdadeiro amigo;
disto provas nos mostrou... 
                                                  (Hino 293 Hinário Luterano) 
jnG

O QUE LEVAR NA BAGAGEM!

Você já viu a cena! Momento de arrumar as malas para uma viagem de férias, um passeio. Quantas coisas precisam caber nas muitas malas. Haja porta-malas.
Quantas coisas você leva para viajar?   Talvez para as férias, os passeios muitas coisas sejam necessárias.
Porém, conforme orientação de Jesus, registrada no Evangelho de Marcos (6.7-13), para ir ao mundo levar o Evangelho, pouco, quase nada, é necessário.  “Recomendou-lhes que nada levassem para o caminho, a não ser um cajado apenas, nem pão, nem alforje, nem dinheiro no cinto. Mas que andassem calçados com sandálias e não levassem duas túnicas.” (Trad. Bíblia de Jerusalém)
Quase nada é imprescindível. Só não pode esquecer o principal: ‘o cajado!’ (a palavra de Deus) – que consola, dá paz, força, direção, correção, ânimo, proteção. (Salmo 23.4)
Jesus pela primeira vez envia, de dois em dois, os seus discípulos para a pregação, missão e ministério. O que menos deveria importar e preocupar os homens de Jesus era a sua mala. Isto por dois motivos: 1 – Não iriam passear, mas trabalhar no reino de Deus, anunciar que todos deviam se arrepender dos seus pecados e crer na salvação de Jesus; 2 – Os ouvintes que recebem e crêem no evangelho sustentam o mensageiro. (Lc 10.7; 1 Co 9.14 )
Isso nos remete para o próprio ministério de Jesus. Nunca buscou ostentação, ‘mídia’.  Bastava um par de sandálias, uma túnica e o ‘cajado’.  E, assim, os seus discípulos também deveriam ir anunciar o evangelho.
A essência da pregação não é determinada pela roupa, origem, raça, eloqüência, aparência física do pastor, mas pela mensagem que ele traz, em nome de Deus. A graça de Deus basta para o seguidor de Jesus. Basta o ‘cajado’! (Leia 2 Coríntios 12.1-10)
O ‘cajado’ -  a palavra fiel de Deus -  era tudo tantas vezes na vida de Paulo [em meio aos açoites, prisões, perseguição e morte por causa do Evangelho]  O cajado do Bom Pastor Jesus o consolava, o fortalecia, o apaziguava, o direcionava.
Aqui podemos rememorar os nossos antepassados imigrantes. Eles tinham uma muda de roupa, um par de  alpargata, e uma carroça.
Mas muitos deles tinham algo precioso, um tesouro nas suas bagagens - um hinário e uma bíblia – o cajado do bom pastor que consola, fortalece, dá esperança!
No tempo da guerra mundial muitos dos antepassados enterravam a Bíblia e o Hinário Cristão para que os perseguidores não roubassem e destruíssem este tesouro. Assim, depois poderiam desenterrar e desfrutar dele.
 Hoje, os netos e bisnetos, muitos deles, estão enterrando ‘tesouros’ em cadernetas de poupança, para um dia desenterrá-los e desfrutar deles. Em si, nada de errado nisso.
A questão toda se estabelece no ‘APENAS’. Quase tudo a traça, ou a ferrugem, ou o ladrão consomem. O ‘cajado’ do Pastor Jesus – UMA BIBLIA E UM HINÁRIO - é o tesouro que precisamos. Devemos enterrar isto no solo do nosso coração.
Hoje, a maioria das pessoas tem vários pares de calçados, um guarda roupa colorido, e um salário para administrar.  E a Bíblia, muitas vezes, está soterrada pelo pó em algum canto da casa ou do coração.
Você ainda tem uma Bíblia e um hinário em sua bagagem de vida? “...Recomendou-lhes que nada levassem para o caminho, a não ser um cajado...”
Além disso, o que muito importa é o que estamos fazendo diante de tantos que não tem o que calçar, nem capa para vestir.  Estão sem roupa para o corpo, e sem o manto espiritual de Cristo, que nos reveste para salvação, o qual recebemos quando batizados e cremos na obra de Jesus. (Gálatas 3.27)
Não podemos esquecer que Jesus, assim como enviou os discípulos, também enviou cada um de nós cristãos, muitas vezes “entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo.’ ( 2 Coríntios 6.10).
Ou seja, nos pés - um par de sandálias, na vida - tendo o que vestir e o que comer, às vezes nem isso (Fp 4). Entretanto,  na mala da vida uma Bíblia e um Hinário, que nos equipam para a nossa luta diária, certos da vitória total e completa que Jesus conquistou para nós com sua morte ressurreição.
O que você leva na sua bagagem de vida?
jnG

Chá de Aniversário, Departamento de Servas


     
     O chá de aniversário do Depto de Servas [mulheres] aconteceu no dia 08 de julho, domingo, às 15h. O tema da reflexão foi: "Achegar-se!", baseado na palavra bíblica de Hebreus 4.16, que diz: Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.”  
    Nossa gratidão a todas (os) que se dedicaram, ajudaram e se fizeram presentes.




Juventude Mirim da CELCR

     A juventude mirim da CELCR também tem seus encontros. Semanalmente participam das aulas de Instrução de Confirmandos [Pré-confirmatório com Josiane Dias, auxiliada porTereza Galle, Liandro Dias, Gisele Azevedo; 1º e 2º anos com pastor Jonas.] 
    E, em algumas aulas, acontece a 'Juventude Mirim' - Um encontro diferente de integração, crescimento, reflexão e diversão. Um momento alternativo, buscando ampliar o trabalho com estes jovens [até 13 anos].

     No dia 30 de junho tivemos um destes encontros. A galera estava animada!

Uma festa junina especiarr!

     
  O departamento das crianças e dos jovens, juntos, organizaram um momento especial de confraternização (30/06). Teve pipoca, quentão, bolo, cachorro-quente, pastel, refri, quentão, pescaria e muita conversa, risada e diversão!
     
     Mas o melhor de tudo foi que a festa junina começou com o culto às 19h. Muitos 'Caipiras', grandes e pequenos, altos e baixos, todos juntos ouvindo a palavra de Jesus, cantando, orando!!! Foi muito legal.

Veja fotos em: https://picasaweb.google.com/107816929161147700451/FestaJunina


DEPENDE DE QUEM ESTÁ AO LADO!


Nas mais diferentes situações da vida, como é definitivo saber quem está ao nosso lado.  “Diga-me com quem andas, e te direi quem és.” Com quem tens andado? Em que direção tens andado? Sozinhos, não sabemos viver.
O Rei Davi,  no salmo 124 vai direto ao ponto: “Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, Israel que o diga; não fosse o SENHOR, que esteve ao nosso lado... teríamos submergido... águas impetuosas teriam passado sobre nossa alma.... O nosso socorro está em o nome do SENHOR, criador do céu e da terra” – O nosso socorro está em Jesus, por quem todas as coisas foram feitas (Jo 1.3); o que estava no barco com os discípulos naquele dia de violenta tempestade. (Mc 4)
 “Tudo depende de quem está ao nosso lado!” Qualquer ressaca do mar deixa as pomposas orlas interditadas, as cabanas do lazer aniquiladas. E quando um tsunami vem, nada o pode segurar, reter, fazendo submergir todas as coisas. Lá se vai toda a autosuficiência humana.
Amigo, você e eu somos dependentes daquele que é SENHOR sobre as ondas do mar, sobre os ventos, sobre a nossa vida. E este é o ponto. Saber que nas situações da vida e da morte, Jesus está ao nosso lado! Isso é decisivo.
Assim foi no entardecer do dia em que Cristo havia ensinado o povo e seus discípulos por meio de tantas parábolas sobre o reino de Deus. Cansado, desejava algumas horas de descanso. Por isso propôs a seus discípulos que passassem para a outra margem (leste) do mar da Galileia, com o barco que, até então, havia servido de púlpito. Enquanto navegavam, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas de arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. E Jesus na popa, dormindo.  Os discípulos o acordaram e disseram: ‘Não te importa que pereçamos?’ Jesus, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: ‘Acalma-te, emudece!’ O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. A Jesus pergunta: ‘Como não tendes fé?’ E a pergunta que fica no ar é: ‘quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?’
Quem é este Jesus? É o Deus-homem. Deus conosco. O homem Jesus é o Deus onipotente. De dentro do pequeno casco dum barco, mesmo enquanto dormia, ele governava céus e terra, a terra firme e o mar. Da mesma forma, somente Deus tem autoridade final sobre o pecado, a morte, o medo, a solidão, o vazio... Somente Deus pode, de fato, nos socorrer. Sozinho, não dá! Ouça o que ele tem a te dizer. É a palavra da vida que dá a vida.
A igreja primitiva – oprimida pelas perseguições – viu, nesta experiência da tempestade sendo acalmada, um paralelo com a sua situação. Logo no início da história da igreja do Novo Testamento, o barco servia de símbolo para ilustrar, através da arte cristã, a realidade da igreja. Neste barco nós entramos no dia de nosso Batismo. O espaço onde o povo fica na igreja é chamado de navio. A popa, onde Jesus está, é de onde vem a Palavra de todo o poder – o altar.  
Assim, em nosso navegar por esta vida terrena, muitas tempestades sobrevirão, mas, com Jesus ao nosso lado, sempre podemos dizer: ‘Com a força que Cristo me dá posso enfrentar toda e qualquer situação. E se o Senhor está do nosso lado, nada preciso temer.’ (Rm 8)
A pior tempestade está vencida. Pela sua morte na cruz e gloriosa ressurreição Jesus ordenou: Acalma-te, emudece! Fica quieta, morte; cala-te, diabo; submerge, pecado.  Certo é que um dia todo o mal espiritual, corporal  e material será removido de cada um de nós (Ap 21.3,4) Será o fim da tempestade definitivamente. E o melhor, com Cristo no barco, não teremos submergido, mas nos encontraremos desembarcando no porto celeste, com Jesus.
Sim, Deus se importa! Por que Deus amou o mundo tanto que se fez gente, embarcou no nosso barco, e é o único que com seu poder e amor pode nos socorrer e salvar, ‘com o poder que tem de subordinar a si todas as coisas.’ (Fp 3.21)
Oh!, não fosse Jesus ao nosso lado...   Amigos, “acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.” (Hb 4.16)
Nesta esperança, navegamos com Jesus.  ‘Às vezes entristecidos, mas sempre alegres, com Jesus; às vezes pobres, mas sempre enriquecendo a muitos, com Jesus; às vezes nada tendo, mas possuindo tudo, com Jesus.’ (2 Co 6.10)   
jnG